Castanha-do-Brasil

Castanha-do-Brasil. Ela faz parte do grupo das oleaginosas. Entretanto, nenhuma de suas parentes – nozes, avelãs, amêndoas e companhia – compete com a nossa estrela quando o assunto é selênio.

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Pupunha

Pupunha. Tamanha é a importância desse fruto para os indígenas que eles fazem festa para celebrar o início da colheita. Na região Norte o frutinho da pupunheira é tradicionalmente cozido em água e servido com café ou acompanhado de mel.

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Taioba

Taioba. Suas folhagens chegam a atingir 80 centímetros de comprimento e 60 de largura. E aqui pode haver confusão com uma variedade que não é comestível. Sutilezas pedem o olhar de um especialista.

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Erva-mate

Erva-mate. Chamado de mate, tererê, chimarrão ou, para os cientistas, Ilex paraguariensis, aparece em estudos como verdadeiro amigo do peito. Infelizmente, ele não é tão queridinho quanto o asiático chá-verde.

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Abacaxi vermelho

Abacaxi vermelho. Essa fruta, carregada de substâncias benéficas, é resultado de muitos anos de trabalho com melhoramento genético. Não, a fruta não é transgênica – longe disso. Para chegar a essa cor, o biólogo Pedro Nahoum, da Botânica Pop, no Rio de Janeiro, cruzou várias espécies de abacaxi por duas décadas. Foi daí que surgiram […]

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Tucumã

Tucumã. Encontrado em boa parte da região Norte, o frutinho cresce em um tipo de palmeira. A polpa doce, com um sabor que, para alguns, lembra o damasco, é amarela, característica que denuncia o elevado teor de carotenoides – caso do betacaroteno, um precursor da vitamina A.

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Maracujá

Maracujá. A UFG informa que a palavra maracujá vem do tupi e significa “fruta na cuia”. E a tal cuia reserva preciosidades, viu? Tem os carotenoides, que são, entre outras coisas, guardiões da nossa visão.

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Mandioca

Mandioca. Apelidada de “rainha do Brasil”, a espécie reinava absoluta antes de os portugueses pisarem em nosso solo. Era considerada fonte de energia entre os indígenas.

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Jabuticaba

Jabuticaba. Ela nasce nos troncos da jabuticabeira, daí o nome em tupi que significa “fruta em botão”. A coloração de sua casca brilhosa denuncia um concentrado de antocianina, potente antioxidante.

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Fisális

Fisális. Considerado um fruto ornamental – não surpreende, como você pode notar pela foto -, seu apelido muda de acordo com o local onde é encontrado. “Também é conhecido como joá, camapu e tomatinho de capote”, conta Vanuska Lima, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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